





Ultimo post do ano. Passou rápido. Graças a Deus, mais um ano de vida, mais um ano vencido.
Quero esquecer as coisas ruins que aconteceram esse ano, as coisas boas guardarei dentro do meu coração para o resto da vida.
Ao contrário dos outros anos, em que eu esperava ansiosamente pela virada, esse ano não estou muito animada. Sem vontade de sair. Sei lá... aconteceram tantas coisas que acabam por desanimar a gente. Lógico que farei de tudo para 'entrar' no novo ano com o pé direito. E tenho esperanças de que o próximo ano será ainda melhor. Mais uma virada sozinha, mas fazer o que né?! Deus sabe o que faz.
Pra começar diferente, hoje farei aqui uma listinha de desejos para 2006. Ao final do ano, voltarei a esse post e verei o que eu consegui realizar e o por quê de tudo. Claro que contarei as vitórias inesperadas também.
Vamos aos desejos:
- Viver um grande amor;
- Ver minha família sempre unida e em paz;
- Melhorar profissionalmente;
- Fazer uma pós-graduação;
- Fazer minha carteira de habilitação;
- Comprar meu carro;
- Ser menos impulsiva;
- Viajar mais (principalmente dentro do meu estado);
- Sair mais com as minhas amigas;
- Ler mais;
- Pensar menos besteiras;
- Passar menos tempo na frente do computador;
- Chorar menos;
- Passar mais dias bem humorada;
- Entrar numa academia;
- Ficar de olhos bem abertos quando o assunto for algumas 'amigas';
- Não ter medo de me aventurar em novas experiências (com cautela, é lógico!);
- Viver intensamente, plenamente;
- Felicidade;
- Amar muuuito.
Claro que há muito mais coisas, só que no momento o meu cérebro não quer colaborar.
Enfim, desejo que 2006 seja repleto de felicidade, paz, saúde e amor no coração.
Super beijo a todos e fiquem com Deus.

Hoje to um pouquinho sem criatividade, então decidi postar um texto muito lindo pra vcs. Ele tem um significado especial pra mim. Mas isso não vem ao caso agora, certo?! Outra hora volto para postar algo mais pessoal, digamos assim. Beijokas e fiquem com Deus.
Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam
jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar. A
regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "NEOQEAV" num
lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse
deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "NEOQEAV" escrita por toda a casa, e assim
que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro
achar, escreviam "NEOQEAV" com os dedos no açúcar dentro do
açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a
achasse.
Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde
minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho. "NEOQEAV"
era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde
a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.
Continuando...
Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para
deixar "NEOQEAV" na última folha e enrolou tudo de novo. Não havia
limites para onde "NEOQEAV" pudesse surgir. Pedacinhos de papel com
"NEOQEAV" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles
dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos
travesseiros. "NEOQEAV" era escrita com os dedos na poeira sobre as
prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte
da casa de meus avós quanto da mobília.
Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente
deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em
um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.
Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um
modo de vida. Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição
apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar.
O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam. Roubavam
beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha
tão pequena... eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo
dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal.
Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito,
como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso e se gabava de
dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos. Antes de cada
refeição eles davam graças a Deus e bênçãos aos presentes por sermos
uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte;
mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer
de mama.
Continuando...
A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes, como sempre, vovô
estava com ela a cada momento. Ele a confortava no quarto amarelo deles,
que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz
do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair. O câncer agora
estava de novo atacando seu corpo.
Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja
toda manhã e minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que,
finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô
resolveu ir à igreja sozinho, orando a Deus para zelar por sua esposa.
Então, o que todos nós temíamos aconteceu.... Vovó partiu!!!
"NEOQEAV" foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de
flores do funeral da vovó. Quando os amigos começaram a ir embora,
minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram
ao redor da vovó pela última vez. Vovô ficou bem junto do caixão da vovó
e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela. Através de suas
lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem
de dentro de seu ser.
Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento, porque
eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a
profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza
sem igual que aquilo representava.
Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:
- Mas o que NEOQEAV significa?... não está?
- NEOQEAV = Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você
NEOQEAV meu AMORE!!!

Finalmente sossego! Ninguém merece não dormir direito com tanta preocupação. O caso mais importante do meu trabalho já foi resolvido. Ufa! Graças a Deus. Nada melhor do que ficar aliviada depois de tanto sufoco.
Hoje trabalhei diretão, amocei na prefeitura mesmo com as meninas. Cheguei em casa eram quase 4 da tarde. Tudo pra não deixar nada mal resolvido para trás.
Agora, a canja da Aline estava simplesmente divina! Nossa me acabei, aliás, nos acabamos de comer hahahaha. Pra compensar, hoje mal consegui comer. Também, haja estômago! Conversamos muito, nada muito sério nem muito sem graça. Falamos de Pós-graduação, da universidade e das amigas. Iamos fazer uma visita a uma delas, mas não deu certo. Ficará para quando eu voltar da viajem, ou seja, só em fevereiro. Quanto a pós, eu ainda não me decidi. To pensando em seguir a sugestão da Silvana e fazer Docência Universitária. Também pensei em fazer Alfabetização. Só que até agora não consegui decidir. Aff, que dúvida! Aceito sugestões, viu gente?!
Falando em fevereiro... caracaaaaaaaaa já está aí! Vou ficar mais velha! Snif, snif, snif... Pra variar, será no fim de semana do carnaval. Mais especificamente na sexta-feira, no primeiro dia de farra. E já me disseram que não me deixarão ficar em casa, que iremos comemorar na rua. Sei não... vamos ver... até lá, muita água vai rolar em baixo da ponte. De uns tempos pra cá não ando muito animada para festa de aniversário. Falo das MINHAS festas. Esse ano não fiz nada de extraordinário. Ganhei vários presentes, até flores. Chique né?! Mas, espero passar um dia gostoso ao lado das pessoas que amo. Presentes, não faço questão de ganhar, o importante é que se lembrem. Fico muuuito feliz somente com um abraço! Muitas vezes um gesto vale mais que mil palavras e muitos presentes.
Mudando de assunto. Como todos sabem, viajo na segunda-feira. Portanto, não sei quando voltarei a postar. Amanhã, sábado e domingo farei de tudo para dar uma passadinha aqui e contar como foi minha virada de ano. Já na segunda não garanto nada. Deixarei ao acaso. Se der certo virei rapidinho me despedir de todo mundo. E se conseguir, postarei algo de lá de Sampa.
Brigadão por tudo gentem!
Beijos e fiquem com Deus.![]()

É... o ano está acabando. Mais um. Já parou pra pensar que a gente só reflete sobre nossas vidas na ultima semana do ano. Durante, nunca ninguém tem tempo. É na ultima semana que fazemos aquele montão de promessas do tipo: ano que vem eu começo aquele regime, ah também vou entrar numa academia pra deixar tudo no seu devido lugar, vou dar uma guinada na minha vida vcs vão ver, vou começar um namoro chega de vida de farra, sabe vou mudar de emprego, ah vou mudar meu visual tá muito manjado...
Quem é que cumpre? Poucos, muito poucos.
Eu mesma sou uma dessas que promete e não cumpre.
Fazendo um pequeno balanço do meu ano: Caracaaaaaa!!!! Esse foi um ano de fortíssimas emoções! Algumas delas não desejo a ninguém. Pra vc pode ser bobagem, acontece que os anos de números ímpar não são muito bons pra mim. Eu choro que é uma beleza! Incrível! Tá, sou chorona por natureza, mas esse ano eu chorei o dobro do normal. Aff!
Claro que tive momentos maravilhosos também. Terminei minha faculdade, meu salário melhorou por conta disso hehehehe. Saí mais com as minhas amigas. Li mais livros que o habitual. Conheci pessoas novas e que passaram rapidamente a fazer parte do meu círculo de amizade. Recebi a visita da tia Fatinha! Até hoje me pego pensando que não esperava a visita dela! Foi bom demais. Comprei meu computador.... Foram muitas coisas. Apesar das lágrimas derramadas (cujo motivos não quero lembrar e tampouco relatar aqui) eu fui feliz, não posso negar.
Espero que 2006 seja ainda melhor, com menos choro, com mais histórias para contar. E espero também preencher o vazio que existe aqui dentro. Se Deus quiser eu conseguirei. Ah! Nesse ano também passei a ser blogueira Vivaaaaaaaaaaa!!!! Larguei meu blog às traças por um tempo, mas não consigo mais ficar sem blogar, viciei.
Bem, agora vou porque mais tarde irei filar rango na casa da Truazelli hehehehehe.
Beijokas e inté amanhã.

Pois é galerinha, o prazo de validade do meu blog venceu e fui obrigada a criar um novo para continuar a minha saga de escrever coisitas sem nexo, bem humorada, triste, melancólica... enfim, continuarei na minha batalha e com a sede de escrita (assim espero).
Então para estrear com chave de ouro (assim penso eu neam), o post do dia que o outro blog não aceitou (humpf!)
Sou o tipo de pessoa que vibra com a vitória dos amigos, da família. É como se eu alcançasse com eles. Fico muito feliz! Hoje vibrei com a vitória de duas amigas: Kênia e Luzinha. Não me peçam para entrar em detalhes porque é algo pessoal. O importante é que elas galgaram mais um degrauzinho, digamos assim. Meninas, to realizada por vcs!
E cada dia que passa, mais tenho certeza de que as coisas acontecem no momento que a gente menos espera. No momento certo para Deus. Não adianta ficar ansioso, nervoso porque se não for a hora não irá acontecer. Isso é o que venho tentando enfiar na minha cabeça. Absurda a minha afirmação?! Não. Muitas vezes sabemos o que é certo, só que teimamos em não aceitar. E isso ocorre com uma certa frequencia comigo.
Talvez minha impaciencia seja consequencia de tudo o que já passei. Abri mão de muita coisa, muitas vezes pelas amigas. Sofri demais, entrei em depressão, foi horrível. Mas enfim, isso é algo superado. Em partes. Mesmo passando por muitas coisas, ainda não aprendi a aceitar a perca. E as vezes tenho a sensação de que o tempo é meu inimigo. Quando penso assim, sinto culpa, muita culpa. É nessas horas que percebo que tenho muito o que aprender nessa vida.
Nos ultimos tempos tenho me reaproximado de Deus. Sinto-me mais intima do que nunca. Aprendi a não ficar perguntando a Ele por quê. Apenas busco entender o que Ele quer me dizer durante a dor. Percebo que nela devo buscar elementos que me façam crescer e ser uma pessoa melhor. Acho que tenho sido uma boa aluna, e tenho tentado fazer direitinho minhas lições de casa. Apesar da impaciencia iminente, tenho buscado aceitar melhor o que me acontece. Só preciso aprender a controlar minha ansiedade, ser menos imediatista. É difícil, mas não impossível.
Desculpem-me se acaso a conversa estiver num tom melancólico. Só peço que entendam que não estou triste. To feliz. Tudo bem que me falta algo muito importante, mas acredito que ainda não chegou o momento certo. Não estou de braços cruzados. Tenho lutado com as armas que tenho em mãos. Muitas vezes, sinto que são poucas ou de efeito curto, quase nulo. Só que depois vejo, que na verdade, minha vontade de que tudo se ajeite é tanta que não consigo perceber o grande passo que dei num gesto pequeno. Posso perder algumas batalhas, mas não desistirei da 'guerra'. Estou disposta a ir até o fim. Posso sofrer, chorar, porém continuarei ali.
Confuso tudo isso!? Sou confusa por natureza, hehehehehe.
Beijus e fiquem com Deus.



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BRASIL, Norte, ROLIM DE MOURA, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, Livros, Família, Amigos, Pedagoga c/ orgulho!